A Polícia Civil informou nesta terça-feira (4) a conclusão do inquérito, no último dia 27, do massacre da Escola Estadual Raul Brasil. Quatro homens foram presos, acusados na morte de oito pessoas, na tentativa de homicídio de 11 pessoas, além de comércio irregular de arma e munição.

Raul Brasil

 

Durante a investigação, a polícia prendeu cinco suspeitos de envolvimento no massacre da Raul Brasil. Em abril, três pessoas foram presas por envolvimento na venda e/ou negociação de armas e munições aos atiradores. Destes, dois seriam os responsáveis por vender a arma e as munições e o terceiro por estar negociando outro armamento. Na época, a polícia também disse que dois desses suspeitos responderiam em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma e munições e receptação.

Na época, também foi apreendido um adolescente, de 17 anos, por suspeita de ser um dos mentores intelectuais do massacre.

Em mandado de busca e apreensão, a Polícia Civil prendeu, no início de maio, o quinto indivíduo suspeito de envolvimento no massacre. O indivíduo também foi preso em flagrante por porte ilegal de arma. Na casa dele, no Jardim Casa Branca, foi encontrado armas, munições, anabolizantes, coldre, celular e pen drives. De acordo com a polícia, esse quinto suspeito foi indicado pelo quarto suspeito de participação no massacre, que foi preso quatro dias antes, em caráter temporário, por envolvimento na venda e/ou negociação de armas e munições aos atiradores.

Segundo a polícia, o quinto suspeito confessou ter vendido, ao quarto suspeito preso, 20 munições de calibre 38 por R$ 200. A versão foi a mesma do quarto suspeito, que revendeu as munições para os autores do crime na escola Raul Brasil por R$ 250 e que intermediou a venda da arma de fogo usada no massacre.

A tragédia na Raul Brasil vai completar três meses em 13 de junho.

Fonte: DS

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