Está marcado para esta sexta-feira (30, o julgamento do segurança Michel Flor da Silva. Ele é suspeito de ter estuprado e em seguida matado a estudante Rayane Paulino Alves em outubro de 2018. Por isto, vai a júri popular às 13h no Fórum Criminal de Mogi das Cruzes. A informação foi confirmada pela família da vítima.

“Será um dia típico e muitas pessoas que demonstram interesse em comparecer não irão conseguir, e por isso pedimos que independente da sua religião/crença durante esse dia inclua nossa família em suas orações/pensamentos”, diz uma nota publicada pela família de Rayane nas redes sociais, que completa afirmando: “A única coisa que gostaríamos é que vocês tivessem tido a oportunidade de conhecê-la, porque aí vocês entenderiam de fato o vazio que ela deixou em nossa família”.

De acordo com ao laudo da perícia, a menina foi morta por asfixia mecânica causada por estrangulamento – provavelmente um “mata-leão”, que teria sido aplicado por Michel.

O segurança confessa que matou Rayane, mas nega que tenha a estuprado antes do crime. Segundo sua defesa, houve sim relação sexual, mas com o consentimento da vítima. Entretanto, para o delegado do caso, Rubens José Ângelo, todas as pistas indicam que houve estupro.

Sobre o caso

Rayane desapareceu na madrugada do dia 21 de outubro de 2018. Ela participava de uma ‘rave’ em um sítio entre Mogi das Cruzes e Guararema quando decidiu sair sozinha, a pé.

A menina acabou indo parar na rodoviária de Guararema, onde encontrou Michel. Ele ofereceu carona a ela e os dois saíram de carro.

Rayane ficou desaparecida por oito dias. O corpo dela foi encontrado uma semana depois, em uma área de mata, na Avenida Francisca Lerário, em Guararema.

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